quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

A pior síndrome é a do preconceito

Lembro que na época essa propaganda me tocou profundamente. Divido aqui essa recordação com vcs e espero que um dia possamos todos conviver com as diferenças e respeitando uns aos outros.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Prazo de validade

O meu amor iluminado nos braços do meu bem-querer poderia ter o tempo de uma estrela vespertina e não de uma estrela-cadente.



Marcinha Gomes

domingo, 13 de fevereiro de 2011




Uni Duni Tê
Trem da Alegria
Composição: Michael Sullivam / Paulo Massadas

Eu quis saber da minha estrela-guia
Onde andaria meu sonho encantado
Fada-madrinha, vara de condão
Esse meu coração sonhando acordado

Vai nos levar para um mundo de magia
Onde a fantasia vai entrar na dança
E quando o brilho do amor chegar
Eu quero é mais brincar, melhor é ser criança

Uni duni duni tê, ô ô ô ô
Salamê minguê, ô ô ô ô
Sorvete colorê
Sonho encantado onde está você?

A carruagem vai seguir viagem
E o Trem da Alegria vai pedir passagem
Na direção do amor que eu preciso
Do meu paraíso, doce paisagem

Vai nos levar para um mundo de magia
Onde a fantasia vai entrar na dança
E quando o brilho do amor chegar
Eu quero é mais brincar, eu quero ser criança

Uni duni duni tê, ô ô ô ô
Salamê minguê, ô ô ô ô
Sorvete colorê
Sonho encantado onde está você?

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Quem sabe um dia?

Tenho que lembrar todo dia

Que devo esquecer.


Marcinha Gomes

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Canção de ninar

Olhando os vídeos favoritos da minha Cica, encontrei esse da Vanessa da Mata que é simplesmente fofo. Sabe aquele tipo de música que fala ao ♥ e toca nossa alma, como uma cantiga de ninar cantada pela voz doce e terna da mãe da gente? Pois foi isso que senti ao ouvir essa linda canção. Divido aqui com vocês e espero que consigam parar de chorar, porque pra mim, tá difícil.

Dengos, manhas e carinhos ♥

Marcinha Gomes





Minha Herança: Uma Flor
Vanessa da Mata
Composição: Vanessa da Mata
Achei você no meu jardim
Entristecido
Coração partido
Bichinho arredio

Peguei você pra mim
Como a um bandido
Cheio de vícios
E fiz assim, fiz assim

Reguei com tanta paciência
Podei as dores, as mágoas, doenças
Que nem as folhas secas vão embora
Eu trabalhei

Fiz tudo, todo meu destino
Eu dividi, ensinei de pouquinho
Gostar de si, ter esperança e persistência
Sempre

A minha herança pra você
É uma flor com um sino, uma canção
Um sonho, nem uma arma ou uma pedra
Eu deixarei

A minha herança pra você
É o amor capaz de fazê-lo tranqüilo
Pleno, reconhecendo o mundo
O que há em si

E hoje nos lembramos
Sem nenhuma tristeza
Dos foras que a vida nos deu
Ela com certeza estava juntando
Você e eu
(2x)

Achei você no meu jardim

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Semeador de estrelas

O Semeador de Estrelas é uma estátua localizada em Kaunas, Lituânia.
Durante o dia passa despercebida,





Mas quando a noite chega, a estátua justifica seu nome...






Enviado-me através de e-mail por K(anjo lindo).


Dê asas à imaginação e em tempo de criSe, tire o S!

beijos de estrelas

Marcinha Gomes ♥

Sobre borboletas e encantos...




A chuva passou e a brisa úmida trouxe consigo uma explosão de vida e de cores - a época das lindas borboletas nos Jardins*. Elas eclodem de seus casulos e invadem a paisagem com seu ballet aéreo. De flor em flor vão cumprindo seu papel na natureza de polinização e beleza, deixando-se levar ao sabor das correntes, porque sabem que é preciso viver cada segundo que o Criador lhes proporcionou da melhor forma possível. A menina contempla, admirada, a jornada dessas doces criaturas e sonha em ter um belo par de asas para voar pelos bosques encantados e levar ao mundo um pouco dessa magia e amor.


by Marcinha Gomes

*Jardins da Serra-Maracanaú-Ce

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

"...Quero o gosto e o sumo."

Amarelinha;

Doce;

Cheirosa;

Tenra.

Adoro manga!

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Emoções

E dançou e sorriu como há meses não fazia.

E tocou e sentiu como há muito queria.

Mas também chorou e pensou

Que talvez fosse melhor não ter dançado, sorrido, tocado e sentido.

Pois quando tudo vai embora,

O vazio preenche o tudo com muita facilidade.



by Marcinha Gomes

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

. x ;

Sua mente decidiu pelo sério e racional ponto final,

Mas seu ♥ teima em decidir pelo apaixonante e irresponsável ponto e vírgula.


by Marcinha Gomes

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Lula, obrigada por tudo!

Final do último pronunciamento do Presidente Lula à Nação Brasileira:


"...Queridas brasileiras e queridos brasileiros, a cobrança de vocês foi um estímulo para que a gente quisesse fazer sempre mais. E o amor de vocês foi a minha grande energia e meu principal alimento. Agradeço por terem me ensinado muitas lições e por terem me fortalecido nas horas difíceis e ampliado a minha alegria nas horas alegres. Saio do governo para viver a vida das ruas. Homem do povo que sempre fui, serei mais povo do que nunca, sem renegar o meu destino e jamais fugir à luta. Não me perguntem sobre o meu futuro, porque vocês já me deram um grande presente. Perguntem, sim, pelo futuro do Brasil! E acreditem nele. Porque temos motivos de sobra para isso. Minha felicidade estará sempre ligada à felicidade do meu povo. Onde houver um brasileiro sofrendo, quero estar espiritualmente ao seu lado. Onde houver uma mãe e um pai com desesperança quero que minha lembrança lhes traga um pouco de conforto. Onde houver um jovem que queira sonhar grande, peço-lhe que olhe a minha história e veja que na vida nada é impossível. Vivi no coração do povo e nele quero continuar vivendo até o último dos meus dias. Mais que nunca sou um homem de uma só causa e esta causa chama-se BRASIL."


♥ já cheio de saudades desse grande ser humano.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Primeiro beijo




Na manhã de dezembro,
Num lindo jardim,
Ainda molhado pela chuva que acabara de cessar,
Admirando os rouxinóis e os colibris
Saírem de seus abrigos para se alimentarem
Dos mais variados insetinhos e néctar de flores de todas as cores,
Foi que tudo aconteceu.
Virou seu rosto para ela
E lançou um olhar penetrante,
Que fez as batidas de seu coração pararem por um segundo
E voltarem a bater alucinadas.
Ela percebeu que o momento havia chegado.
Sentiu uma de suas mãos aproximando-se de sua cintura
E a outra de seu rosto.
Num movimento, firme e delicado,
Puxou-a para junto de seu peito
Roçando-lhe o nariz na linha da orelha até o nariz-
Seu hálito deu-lhe água na boca-
E pôde sentir sua respiração rápida e intensa.
Quando ela achou por um momento que as pernas iriam falhar
E que iria ter uma síncope, tal era a emoção do momento,
Sentiu seus lábios tocarem os seus,
Terno e deliciosamente entreabertos.
Sentiu correntes elétricas percorrerem seu corpo
Ao sugar todo o prazer de ter sua boca tão próxima
E seus corpos unidos num abraço de coala.
Poderia ser um sonho, mas ela não quis saber.
Deixou-se ser feliz e entregou-se
A esse momento: único, mágico e eterno.


by Marcinha Gomes

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Estrela cadente



Apenas uma pedra,

Uma rocha,

Mas, disfarçada de chamas,

Mascara uma beleza exterior

E encanta os pobres poetas

Que a procuram nos céus escuros

A fim de segundos de prazer.

O tempo de um breve desejo

enche o coração de esperanças.

Se vai realizá-lo, não sabemos.

Só sabemos que é

Tão linda.

Tão efêmera.

Tão cadente.

Tão de todos.

Tão de ninguém.


Marcinha Gomes

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Para bom entendedor:

Nenhuma palavra basta!

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Teus olhos (Marcelo Camelo)



Teus olhos abrem pra mim
Todos os encantos
Teus olhos abrem pra mim


Teus olhos abrem pra mim
Todos os encantos bons
Tudo que se quer vai lá


Eu vi na terra
Você chegando assim
Assim, de um jeito tão sereno


Ai, ai, meu Deus do céu
Eu vivo sem pensar
Se sou só


Acho que eu não vou mais
Agora tudo tanto faz, meu bem
Eu vi você passar
Levando meu encanto


Caminho sem saber de mim
Eu vivo sem pensar
Se sou só
Ou mar


Mas eu conto com você
Pois enquanto eu não me resolver
Eu vou lá, eu vou lá
Pois enquanto eu não me resolver
Eu vou lá, eu vou lá

(Má)temática





Sentada, ela conta:

Sem sal,

Sem sabor,

Sem cor,

Sem amor,

Sem amigos,

Sem brilho,

Sem teto,

Sem chão,

Sem ter,

Sem ser,

Sem vida,

Sem destino,

Sem vergonha,

Sem razão,

Sem luz,

Sem brilho,

Sem ar,

Sem fim,

Sempre.

Na Matemática da sua vida,

Sempre assim:

100 igual a 0.


by Marcinha Gomes

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

DepresSom





Só quem já ouviu

o desprezo do silêncio,

Sabe o quão alto ele toca

num coração partido.



by Marcinha Gomes

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Olhos que falam






Com seu lápis de olho,

ela escreve e desenha nas janelas d'alma,

seus sonhos e desejos.

E todos podem ler

o que diz seu coração.


by Marcinha Gomes

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Tá na hora da janta





O Brasil compreende e aceita Lula - e dá ao presidente inédita popularidade entre os homens do poder - porque Lula compreendeu e aceitou o Brasil. É simples assim.


Certos segmentos da elite e da grande imprensa, que tentam desqualificar Lula e o seu eleitorado, agem como as madames quatrocentonas paulistas que oferecem banquetes para duzentos talheres em suas mansões. Cheias de si, conhecedoras das regras de etiqueta dos grandes ágapes, as madames se horrorizam quando alguém esculhamba o ritual, inverte pratos e facas, altera a ordem dos copos e desarticula as pompas e circunstâncias da festa.


Toda liturgia pressupõe um jogo de poder. A imposição de regras de etiqueta serviu, ao longo da história, para delimitar terrenos, marcar territórios e colocar cada qual em seu devido lugar. Quem não respeita a liturgia, a regra, os chamados bons modos, não merece frequentar o clube dos bem nascidos e a mesa dos poderosos.


Desta forma o discurso da etiqueta serve, não raro, para segregar, erguer paredões, consolidar posições e inibir mudanças. Assim acontece - e de forma exacerbada - na esfera da política, reino repleto de todos os salamaleques cerimoniais que caracterizam as sociedades hierarquizadas.


O recado da liturgia é claro: os que não conhecem o cerimonial e não sabem se comportar não merecem frequentar a fidalguia dos salões. Somos, afinal de contas, o país que reproduziu trezentos anos de casa grande e senzala na arquitetura dos apartamentos com dependências de empregadas, os chamados quartinhos de fundos.


O que certa elite não perdoa em Lula é exatamente a dimensão simbólica de sua presidência - aquela que subverte a liturgia e, desta maneira, quebra a lógica de segregação que o exercício do cargo de mando geralmente impõe.


Lula é o batuque da senzala que abafa o bafafá da casa grande; é canto de torcida que invade os nobres balcões dos teatros de ópera; é a empregada doméstica que rasga o uniforme branco - em alvo contraste com o corpo preto - que escancara visualmente sua função de mucama da sinhá. Lula é, enfim, o homem comum que botou a faixa e subiu a rampa - território outrora destinado aos generais com seus galardões e aos bem nascidos principes das sociologias.


A imagem mais emblematica desse simbolismo foi a de Lula carregando um isopor cheio de cervejas em um dia de praia. Os jornalões estamparam nas primeiras páginas, com manchetes e charges que travestiam em humor o preconceito e o espanto, a figura do presidente da República agindo como homem comum. Não se espantariam, todavia, se um empregado carregasse a bebida do presidente, feito o negro de ganho que em antanhos carregava os pesos e pertences do senhor.


Os homens miúdos são necessários para preparar o jantar, arrumar talheres, manobrar os carros, limpar os banheiros, tirar a poeira e varrer os comodos das mansões. Chegam até mesmo a receber algumas gentilezas que mascaram a indiferença cordial dos poderosos. Que os miúdos fiquem longe, porém, do banquete de não sei quantos copos, garfos e facas de prata.


Os doutos poderosos não entendem Lula simplesmente porque nunca carregaram o isopor e ainda se esqueceram, trancafiados em decadentes palacetes, de olhar o céu e constatar que anoiteceu no Brasil (e como está bonita essa noite clara, de lua cheia e gente na rua).


Tá na hora da janta, a fome é tanta e a mesa é nossa.


Abraços

Luiz Antônio Simas

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Acordando





Quando saíres de si,

Verás que, também, estás

Dentro de mim.


by Marcinha Gomes