Sua mente decidiu pelo sério e racional ponto final,
Mas seu ♥ teima em decidir pelo apaixonante e irresponsável ponto e vírgula.
by Marcinha Gomes
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
Lula, obrigada por tudo!
Final do último pronunciamento do Presidente Lula à Nação Brasileira:
"...Queridas brasileiras e queridos brasileiros, a cobrança de vocês foi um estímulo para que a gente quisesse fazer sempre mais. E o amor de vocês foi a minha grande energia e meu principal alimento. Agradeço por terem me ensinado muitas lições e por terem me fortalecido nas horas difíceis e ampliado a minha alegria nas horas alegres. Saio do governo para viver a vida das ruas. Homem do povo que sempre fui, serei mais povo do que nunca, sem renegar o meu destino e jamais fugir à luta. Não me perguntem sobre o meu futuro, porque vocês já me deram um grande presente. Perguntem, sim, pelo futuro do Brasil! E acreditem nele. Porque temos motivos de sobra para isso. Minha felicidade estará sempre ligada à felicidade do meu povo. Onde houver um brasileiro sofrendo, quero estar espiritualmente ao seu lado. Onde houver uma mãe e um pai com desesperança quero que minha lembrança lhes traga um pouco de conforto. Onde houver um jovem que queira sonhar grande, peço-lhe que olhe a minha história e veja que na vida nada é impossível. Vivi no coração do povo e nele quero continuar vivendo até o último dos meus dias. Mais que nunca sou um homem de uma só causa e esta causa chama-se BRASIL."
♥ já cheio de saudades desse grande ser humano.
"...Queridas brasileiras e queridos brasileiros, a cobrança de vocês foi um estímulo para que a gente quisesse fazer sempre mais. E o amor de vocês foi a minha grande energia e meu principal alimento. Agradeço por terem me ensinado muitas lições e por terem me fortalecido nas horas difíceis e ampliado a minha alegria nas horas alegres. Saio do governo para viver a vida das ruas. Homem do povo que sempre fui, serei mais povo do que nunca, sem renegar o meu destino e jamais fugir à luta. Não me perguntem sobre o meu futuro, porque vocês já me deram um grande presente. Perguntem, sim, pelo futuro do Brasil! E acreditem nele. Porque temos motivos de sobra para isso. Minha felicidade estará sempre ligada à felicidade do meu povo. Onde houver um brasileiro sofrendo, quero estar espiritualmente ao seu lado. Onde houver uma mãe e um pai com desesperança quero que minha lembrança lhes traga um pouco de conforto. Onde houver um jovem que queira sonhar grande, peço-lhe que olhe a minha história e veja que na vida nada é impossível. Vivi no coração do povo e nele quero continuar vivendo até o último dos meus dias. Mais que nunca sou um homem de uma só causa e esta causa chama-se BRASIL."
♥ já cheio de saudades desse grande ser humano.
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Primeiro beijo

Na manhã de dezembro,
Num lindo jardim,
Ainda molhado pela chuva que acabara de cessar,
Admirando os rouxinóis e os colibris
Saírem de seus abrigos para se alimentarem
Dos mais variados insetinhos e néctar de flores de todas as cores,
Foi que tudo aconteceu.
Virou seu rosto para ela
E lançou um olhar penetrante,
Que fez as batidas de seu coração pararem por um segundo
E voltarem a bater alucinadas.
Ela percebeu que o momento havia chegado.
Sentiu uma de suas mãos aproximando-se de sua cintura
E a outra de seu rosto.
Num movimento, firme e delicado,
Puxou-a para junto de seu peito
Roçando-lhe o nariz na linha da orelha até o nariz-
Seu hálito deu-lhe água na boca-
E pôde sentir sua respiração rápida e intensa.
Quando ela achou por um momento que as pernas iriam falhar
E que iria ter uma síncope, tal era a emoção do momento,
Sentiu seus lábios tocarem os seus,
Terno e deliciosamente entreabertos.
Sentiu correntes elétricas percorrerem seu corpo
Ao sugar todo o prazer de ter sua boca tão próxima
E seus corpos unidos num abraço de coala.
Poderia ser um sonho, mas ela não quis saber.
Deixou-se ser feliz e entregou-se
A esse momento: único, mágico e eterno.
by Marcinha Gomes
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Estrela cadente

Apenas uma pedra,
Uma rocha,
Mas, disfarçada de chamas,
Mascara uma beleza exterior
E encanta os pobres poetas
Que a procuram nos céus escuros
A fim de segundos de prazer.
O tempo de um breve desejo
enche o coração de esperanças.
Se vai realizá-lo, não sabemos.
Só sabemos que é
Tão linda.
Tão efêmera.
Tão cadente.
Tão de todos.
Tão de ninguém.
Marcinha Gomes
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
terça-feira, 16 de novembro de 2010
Teus olhos (Marcelo Camelo)
Teus olhos abrem pra mim
Todos os encantos
Teus olhos abrem pra mim
Teus olhos abrem pra mim
Todos os encantos bons
Tudo que se quer vai lá
Eu vi na terra
Você chegando assim
Assim, de um jeito tão sereno
Ai, ai, meu Deus do céu
Eu vivo sem pensar
Se sou só
Acho que eu não vou mais
Agora tudo tanto faz, meu bem
Eu vi você passar
Levando meu encanto
Caminho sem saber de mim
Eu vivo sem pensar
Se sou só
Ou mar
Mas eu conto com você
Pois enquanto eu não me resolver
Eu vou lá, eu vou lá
Pois enquanto eu não me resolver
Eu vou lá, eu vou lá
(Má)temática
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
DepresSom
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Olhos que falam
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Tá na hora da janta

O Brasil compreende e aceita Lula - e dá ao presidente inédita popularidade entre os homens do poder - porque Lula compreendeu e aceitou o Brasil. É simples assim.
Certos segmentos da elite e da grande imprensa, que tentam desqualificar Lula e o seu eleitorado, agem como as madames quatrocentonas paulistas que oferecem banquetes para duzentos talheres em suas mansões. Cheias de si, conhecedoras das regras de etiqueta dos grandes ágapes, as madames se horrorizam quando alguém esculhamba o ritual, inverte pratos e facas, altera a ordem dos copos e desarticula as pompas e circunstâncias da festa.
Toda liturgia pressupõe um jogo de poder. A imposição de regras de etiqueta serviu, ao longo da história, para delimitar terrenos, marcar territórios e colocar cada qual em seu devido lugar. Quem não respeita a liturgia, a regra, os chamados bons modos, não merece frequentar o clube dos bem nascidos e a mesa dos poderosos.
Desta forma o discurso da etiqueta serve, não raro, para segregar, erguer paredões, consolidar posições e inibir mudanças. Assim acontece - e de forma exacerbada - na esfera da política, reino repleto de todos os salamaleques cerimoniais que caracterizam as sociedades hierarquizadas.
O recado da liturgia é claro: os que não conhecem o cerimonial e não sabem se comportar não merecem frequentar a fidalguia dos salões. Somos, afinal de contas, o país que reproduziu trezentos anos de casa grande e senzala na arquitetura dos apartamentos com dependências de empregadas, os chamados quartinhos de fundos.
O que certa elite não perdoa em Lula é exatamente a dimensão simbólica de sua presidência - aquela que subverte a liturgia e, desta maneira, quebra a lógica de segregação que o exercício do cargo de mando geralmente impõe.
Lula é o batuque da senzala que abafa o bafafá da casa grande; é canto de torcida que invade os nobres balcões dos teatros de ópera; é a empregada doméstica que rasga o uniforme branco - em alvo contraste com o corpo preto - que escancara visualmente sua função de mucama da sinhá. Lula é, enfim, o homem comum que botou a faixa e subiu a rampa - território outrora destinado aos generais com seus galardões e aos bem nascidos principes das sociologias.
A imagem mais emblematica desse simbolismo foi a de Lula carregando um isopor cheio de cervejas em um dia de praia. Os jornalões estamparam nas primeiras páginas, com manchetes e charges que travestiam em humor o preconceito e o espanto, a figura do presidente da República agindo como homem comum. Não se espantariam, todavia, se um empregado carregasse a bebida do presidente, feito o negro de ganho que em antanhos carregava os pesos e pertences do senhor.
Os homens miúdos são necessários para preparar o jantar, arrumar talheres, manobrar os carros, limpar os banheiros, tirar a poeira e varrer os comodos das mansões. Chegam até mesmo a receber algumas gentilezas que mascaram a indiferença cordial dos poderosos. Que os miúdos fiquem longe, porém, do banquete de não sei quantos copos, garfos e facas de prata.
Os doutos poderosos não entendem Lula simplesmente porque nunca carregaram o isopor e ainda se esqueceram, trancafiados em decadentes palacetes, de olhar o céu e constatar que anoiteceu no Brasil (e como está bonita essa noite clara, de lua cheia e gente na rua).
Tá na hora da janta, a fome é tanta e a mesa é nossa.
Abraços
Luiz Antônio Simas
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Frangolino
O fofo frango d'água, que encontramos com as patinhas quebradas, já tirou as talas e está com as patinhas recuperadas. Recebeu, do casal de veterinários que o tratou, o nome de Frangolino. Está se alimentando de ração e está cada vez mais perto de voltar à natureza. Parabéns a todos nós que preservamos a vida!!! Muito feliz!!!
sábado, 7 de agosto de 2010
Espiritismo na prática
O trecho abaixo é para ser lido sem pré-conceitos, não apenas com os olhos, mas tbm com a alma:
ISTOÉ – Com qual legado o sr. quer ser lembrado daqui para a frente?
Lula – O mais importante é a relação que eu estabeleci com a sociedade. No meu governo, eu fiz 72 conferências nacionais, de tudo o que você possa imaginar. Todas as políticas públicas que nós colocamos em prática são resultado de milhares de pessoas participando nos municípios, nos Estados, até chegar aqui. Esse é o legado que nós vamos deixar, que nenhum presidente vai ter coragem de mudar. Há muitas coisas que me emocionam (fala com os olhos marejados). Foi um processo educativo. De a gente teimar que era possível provar o seguinte: o Palácio de um governo não é apenas para receber príncipe, rainha ou presidente. É para receber do pé descalço ao cara que está de sapato alto. Essa foi a coisa rica do governo. Os sem-teto entrando lá dentro e chorando. Os cegos também entraram. Aprovamos aposentadoria para hansenianos que ficaram mais de 30 anos em colônias. Beijei cada um, porque nunca um presidente havia encostado neles, possivelmente de nojo. Eu acho que esse é o legado. Todos os anos, eu me reuni com reitores, com prefeitos. Não houve segmento da sociedade que ficou de fora: foi do empresário mais rico ao cidadão mais pobre. Eu acho que esse é o grande legado que espero que seja um grande aprendizado para o nosso país. Deus queira que o Brasil continue andando desse jeito. Se continuar assim por mais seis, sete anos, nós seremos a quarta economia do mundo. O povo vai estar comendo mais e consumindo mais. Eu adoro quando vejo os jornais dizerem, às vezes em letrinhas pequenas lá embaixo no rodapé, que os pobres estão comendo mais e que o consumo aumentou, que a classe D está comprando mais. Eu acho tudo isso fantástico. Mas ainda falta muito para fazer.
agosto/2010
ISTOÉ – Com qual legado o sr. quer ser lembrado daqui para a frente?
Lula – O mais importante é a relação que eu estabeleci com a sociedade. No meu governo, eu fiz 72 conferências nacionais, de tudo o que você possa imaginar. Todas as políticas públicas que nós colocamos em prática são resultado de milhares de pessoas participando nos municípios, nos Estados, até chegar aqui. Esse é o legado que nós vamos deixar, que nenhum presidente vai ter coragem de mudar. Há muitas coisas que me emocionam (fala com os olhos marejados). Foi um processo educativo. De a gente teimar que era possível provar o seguinte: o Palácio de um governo não é apenas para receber príncipe, rainha ou presidente. É para receber do pé descalço ao cara que está de sapato alto. Essa foi a coisa rica do governo. Os sem-teto entrando lá dentro e chorando. Os cegos também entraram. Aprovamos aposentadoria para hansenianos que ficaram mais de 30 anos em colônias. Beijei cada um, porque nunca um presidente havia encostado neles, possivelmente de nojo. Eu acho que esse é o legado. Todos os anos, eu me reuni com reitores, com prefeitos. Não houve segmento da sociedade que ficou de fora: foi do empresário mais rico ao cidadão mais pobre. Eu acho que esse é o grande legado que espero que seja um grande aprendizado para o nosso país. Deus queira que o Brasil continue andando desse jeito. Se continuar assim por mais seis, sete anos, nós seremos a quarta economia do mundo. O povo vai estar comendo mais e consumindo mais. Eu adoro quando vejo os jornais dizerem, às vezes em letrinhas pequenas lá embaixo no rodapé, que os pobres estão comendo mais e que o consumo aumentou, que a classe D está comprando mais. Eu acho tudo isso fantástico. Mas ainda falta muito para fazer.
agosto/2010
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Frio na barriga
sábado, 24 de julho de 2010
sexta-feira, 16 de julho de 2010
Doce onírico
quinta-feira, 15 de julho de 2010
sexta-feira, 2 de julho de 2010
Só o amor liberta!
quinta-feira, 1 de julho de 2010
Vida
Olha aí o frango d'água que encontramos com a patinha quebrada há alguns meses. Tem se recuperado aos poucos no zoológico de uma vizinha veterinária. Estamos acompanhando sua recuperação para que ele possa voltar logo ao seu habitat natural. Lindinho, né? Preservemos o planeta Terra e seus moradores.
beijos*natureza
Marcinha Gomes
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